A OMS estima que cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo consumam bebidas alcoólicas e cerca de 76 milhões tenham diagnóstico de alcoolismo. Além das doenças crônicas que podem afetar os usuários após vários anos de uso pesado, o álcool contribui para a morte ou deficiência de pessoas relativamente jovens.
sábado, 30 de abril de 2011
Sobre o cigarro
Benefícios ao parar de fumar:
1- APÓS 20 MINUTOS: A pressão e o pulso voltam ao normal e a temperatura das mãos e pés aumenta.
2- APÓS 8 HORAS: Os níveis de monóxido de carbono e de oxigênio do sangue voltam ao normal.
terça-feira, 5 de abril de 2011
São Paulo do Crack
| Charge de Jean Pires de Oliveira |
Números que assustam
Morte anunciada: Um em cada três usuários de crack morre nos primeiros cinco anos de consumo da droga, segundo estudo da Unifesp. Veja as principais causas da morte.
quarta-feira, 30 de março de 2011
O mesclado ou melado = crack + maconha - vida
Ele dixavou cuidadosamente a maconha, a deixou quase como pó. Cortou o papel, enrolou, abriu e colocou maconha nele. Com a tampa de uma caneta a espalhou por igual. Então pegou o saquinho, o abriu com pressa. La estava ela, a pedra. Começou a quebrar a pedra de crack em pequenos farelos e a espalhou sobre a maconha, parou um pouco antes do final. –Na pontinha é desperdício. Falou para si mesmo. E ele não queria desperdiçar. Enrolou tal qual um baseado comum. Mas não era um baseado comum, era um mesclado ou melado.
Acendeu um cigarro. Precisava do cigarro. Pois com ele manteria o melado aceso, o crack apagava a maconha quando derretida ela passa de sólido a liquido e então a vapor, este que é tragado. Então o cigarro tinha que estar lá e a cada pega eram encostadas suas brasas, ponta a ponta. Ainda assim, o lado que continha a maconha cismava em queimar mais rápido. Ele pegava e passava saliva na maconha com o dedo para evitar isso, não podia desperdiçar!
A nóia já estava presente muito antes dele terminar o melado. Pensou que assim se manteria longe da pedra, mas só pensava nela. Correu a pegar o cachimbo, e o que dela restou, queimou.
A nóia só fez crescer. Ele queria mais. A batalha teve inicio! O que faria? Iria para a rua a buscar mais? Ligaria pedindo que lhe trouxessem mesmo sendo mais caro? Enquanto tentava pensar, ia tateando tudo a sua volta, verificando todos os vãos possíveis sempre a procura de algo que não existia.
Pegou a maconha e fez um baseadinho. Fumou. Se acalmou. Foi feliz, podia ter morrido com tanta mistura! Aos poucos a fissura da procura se foi. Sabia que não podia dirigir. Ligou... O numero tocou, tocou, tocou... Ninguém atendeu.
Por essa noite se salvou. A nóia não permitia que saí-se. O serviço de entrega estava fora do ar. O destino fora bom com ele. Cabia a ele agora ser bom com seu destino. Colocar em sua mente que a substituição não adiantava, o caminho de sua libertação era se afastar, não por estar na nóia, não por um telefone apenas tocar e sim... por ele se amar.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Subsídios a Política sobre Drogas em Minas Gerais - Drogas, Criminalidade e Violência
Um novo panorama das políticas sobre drogas em Minas Gerais, bem como, subsídio à consecução das políticas públicas foi traçado por diversos setores sociais e pelo poder público. A Assembléia Legislativa de Minas Gerais - ALGM deu importante passo para o avanço das políticas públicas sobre drogas realizando o Fórum Técnico sobre Segurança Pública “Drogas, Criminalidade e Violência”. Parlamentares, secretários de estado, técnicos e entidades sem fins lucrativos visitaram diversos municípios para debater sobre questões sobre drogas e subsidiar as ações da Comissão para realização do Fórum.
O Fórum Técnico Segurança Pública: Drogas, Criminalidade e Violência têm como foco a questão do avanço das drogas, do tráfico e do crime organizado, que tem intensificado os problemas da criminalidade e da violência. Seus principais objetivos são:
· Refletir sobre os resultados das audiências da Comissão de Segurança Pública no interior
· Discutir os desafios impostos pela criminalidade, em especial pelo crime organizado e pelo tráfico de drogas
· Discutir as políticas de prevenção à criminalidade e ao uso de drogas sob a perspectiva da intersetorialidade com outras políticas públicas
· Avaliar as políticas públicas de tratamento da dependência química, refletindo sobre as possibilidades de interface com a experiência das comunidades terapêuticas e de outras iniciativas desenvolvidas pela sociedade civil
· Discutir a vitimização de grupos sociais vulneráveis às diversas formas de violência
A comissão de representação é composta de 35 entidades e mais dois cidadãos, ela tem a função de discutir e encaminhar, junto à Comissão de Segurança Pública da ALMG, as 42 propostas finais do fórum técnico. Elas serão transformadas em proposições legislativas, gestões junto a órgãos oficiais ou audiências e debates públicos. Em miúdos todas as proposições podem ser transformadas em programas e projetos do governo de Minas dentro da realidade de cada região e município participante permitindo assim que sejam implantadas políticas especificas conforme a realidade de cada uma delas.
Fonte: Assembléia Legislativa de Minas Gerais – ALMG
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